quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

SÍNDROME DO PÂNICO



Por Gislaine Ferreira





A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade que gera sensações e sentimentos internos, ocorrendo medo inesperado sobre você mesmo, e está ligada a ansiedade generalizada. É um medo que você sente de que algo aconteça com você, mesmo sem nenhum sinal aparente de perigo.
As crises de pânico começam a dificultar a vida da pessoa, pois a mesma começa a sentir medo de passar mal, começa a ficar preocupada em passar por novos ataques, levando-a muitas vezes evitar situações por conta do medo. Dependendo da pessoa, as crises de pânico geralmente tem duração de 10 a 20 minutos, porém alguns sintomas podem durar mais de uma hora. Segundo pesquisas, as mulheres são mais afetadas e atualmente no mundo há 260 milhões de pessoas diagnosticadas com síndrome do pânico.





As crises podem acontecer durante qualquer momento do dia e em qualquer lugar. Segundo a Ciência, os fatores que podem desencadear esse transtorno são: Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima; situações de estresse extremo; histórico de abuso sexual durante a infância; ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.
Os sintomas manifestados nas crises de pânico geralmente são: Sudorese, tremores, calafrios, náusea, dores abdominais, tontura, medo de perder o controle, medo da morte ou de uma tragédia iminente, sensação de estar fora da realidade, dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto, palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia, dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento, hiperventilação, dores no peito e desconforto, dor de cabeça, sensação de estar com a garganta fechando, dificuldade para engolir.
Durante a crise de pânico, por mais difícil que seja no momento, a pessoa precisa tentar manter a calma e procurar perceber que seu pensamento está distorcido naquela situação. E ao ver alguém com crise, é preciso tentar acalmar essa pessoa, pedir para que consiga respirar fundo e procurar auxilio de um profissional da saúde.





É muito importante que a pessoa ao observar qualquer sintoma típico da crise de pânico procure ajuda médica, pois quanto antes iniciar o tratamento será melhor. A psicoterapia e o uso de medicamentos são as duas principais formas de tratamento para esse transtorno. Geralmente a psicoterapia é a primeira opção como forma de tratamento da síndrome do pânico, porém, dependendo da gravidade, o médico poderá optar fazer a combinação dos dois tipos de tratamento.
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