quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O PODER DAS PALAVRAS



Por Gislaine Ferreira




Você presta atenção aos seus pensamentos e nas palavras que pronúncia durante o seu dia? O seu vocabulário tem sido mais positivo ou negativo? Você tem repetido várias vezes as palavras: “Eu não tenho, eu não posso, eu não consigo, vou tentar, eu tenho que” ?

O que falamos é igual ao que vivemos.  Precisamos ter consciência de como pensamos e falamos. Se isso acontece de maneira correta, teremos uma mudança de mentalidade, mas se você acredita que não consegue, não vai conseguir, e se  você pensa da maneira errada, as coisas continuarão dando errado. Você é o que você fala pra você o dia inteiro.   

Veja alguns exemplos de palavras pronunciadas no negativo e que podem ser reformuladas para o positivo:

EU TENHO QUE: Eu tenho que fazer isso, eu tenho que ir em tal lugar: A palavra “tenho que” soa como uma obrigação. E pode ser pronunciada de uma maneira mais positiva: Exemplo: Eu vou entregar esse relatório, eu quero entregar esse relatório e não “eu tenho que entregar esse relatório”.

EU VOU TENTAR: A palavra “tentar” passa uma possibilidade de erro, dúvida, será q eu vou conseguir?  Então, procure trocar por:  “VOU EXPERIMENTAR” que quer dizer, ação, curiosidade. Opa! Aí então, já jogou um comando positivo para o seu cérebro.

SE: “Se eu conseguir essa coisa”: O “se eu conseguir”, está jogando um comando para o subconsciente de dúvida.  Então, troque por: quando eu conseguir isso eu vou fazer aquilo. A palavra “quando”, são várias possibilidades que podem acontecer.

NÃO: “Não posso esquecer de pegar meu guarda-chuva” (provavelmente você vai esquecer!). Então troque por: Eu vou lembrar de pegar esse guarda chuva (são comandos positivos que a gente começa a passar para o cérebro)

O nosso cérebro é preguiçoso, quer ficar no que é confortável, ele sempre quer nos sabotar e geralmente estamos na correria do dia a dia,  no piloto automático da vida, e não percebemos. Então precisamos mostrar para nosso cérebro quem está no comando. Foque naquilo que você quer e não naquilo que você não quer.

Veja mais alguns exemplos:

- Quando falamos: “EU gostaria de”,  significa, então, algo que não está acontecendo. Então procure refazer sua fala dizendo: Eu gosto disso, eu quero isso, eu quero agradecer a presença de vocês.
- Não bata a porta com força, e sim, feche a porta devagar, por favor.
- Não cometa muitos erros ou você não passará no teste, e sim, certifique–se de acertar o máximo que você puder e você receberá uma excelente nota no teste.
- Não tenho uma casa, e sim, ainda não tenho casa (abre muitas possibilidades).

Nós refletimos os nossos pensamentos.  Reflita antes de falar ou manifestar algo que deseja. Trabalhe isso todos os dias, e tenha a compreensão consciente de que o que você diz, você irá refletir. 


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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

FALAR APENAS QUE AMA NÃO BASTA



Por Gislaine Ferreira

Falar que ama é muito fácil e parece que tudo se resolve. Te ofendi, te traí, te magoei, mas eu te amo. Ah! Isso eh muito cômodo, não acha? Esse amor que essa pessoa tem pra te dar não te faz bem e realmente não é o que você merece. 

O que mais vale são os comportamentos, a somatória das atitudes que a pessoa tem com você. Falar até papagaio fala. Quem realmente ama, além de falar, age com amor, enxerga com ternura, pondera, considera, zela pelo outro, tem empatia e poupa o outro de qualquer coisa que possa ferir ou machucar.

Qual amor você tem recebido? Qual amor você tem demonstrado? Que amor você quer receber? Qual amor te alimenta a alma? Pra amar tem que ser, fazer, acontecer e mostrar. O amor se sente e não deve ser apenas falado. Eu preciso sentir o amor naquilo que o outro faz, principalmente na espontaneidade.

PRINCESA EU SOU

Uma vez me perguntaram se você era especial. E mais que depressa, eu respondi: Ela é mais que especial. Basta te olhar pra poder sentir o maior amor do mundo. É no teu abraço que eu me encontro. É no teu sorriso que eu me alegro.

É em cada eu te amo que você diz, que eu percebo o quanto Deus é generoso comigo, e o quanto eu devo ser grata a Ele. Você é pra eu amar, é pra eu cuidar, é pra eu ser sempre sua amiga, e é pra você sempre ser minha pequena.

Deus já tinha tudo planejado quando colocou você na minha vida (e nas nossas vidas). Ele sabia que você seria a nossa alegria, e que sem você nada teria graça. Que sem seus abraços e sorrisos incontroláveis, jamais saberíamos o valor de ter alguém tão especial.

Minha joia rara, minha preciosidade. A pérola mais linda que alguém poderia ter. Muitos até dizem que também tem uma princesa, mas a mais linda e a mais especial quem tem sou eu. E é você: PRINCESA ANINHA.


________ Gislaine Ferreira

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

VIOLÊNCIA E AGRESSIVIDADE ENTRE ALUNOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL



Por Gislaine Ferreira
A violência e agressividade entre os alunos na escola de tempo integral da educação infantil é um problema que se agrava a cada dia. Diante disso, pode-se questionar sobre qual seria uma forma eficiente da escola diminuir os índices de violência no ambiente escolar?
Levanta-se como hipótese o diálogo com os pais. Eles precisam ser envolvidos no processo de acompanhamento de aprendizagem do aluno, nas dificuldades e assumirem suas responsabilidades enquanto responsáveis pelo seu filho.
Implantar atividades esportivas e culturais, que possam ser feitas em parcerias que articulem o trabalho extracurricular com a aprendizagem de conteúdos e valorizem a história e a cultura local. Buscar formação de professores. Deve-se evitar ao máximo usar frases negativas ao se referir à criança com mau comportamento e evitar rotular as crianças.
É fundamental haver um profissional Psicólogo na escola, assim poderia atender os alunos, buscando entender o que acontece com cada um e poderia trabalhar as questões de agressividades.
Segundo Brown (1994 apud Candreva et al, 2009), os jogos cooperativos possuem diversas características libertadoras, e, dentre elas, destacamos a libertação da agressão, que pode ser alcançada dando-se ênfase à participação e à autoestima de cada pessoa; criando-se jogos em que cada participante estabeleça seu próprio ritmo; adaptando-se jogos conhecidos, diminuindo a importância do resultado final e eliminando o contato físico do tipo destrutivo.
É necessário um trabalho em conjunto, escola, família, alunos e alguns profissionais de outras áreas. Quando se entende melhor as manifestações agressivas da criança é possível compreender como esta reage a diferentes experiências, tanto de ordem positiva quanto negativa.
REFERÊNCIA
A agressividade na educação infantil: o jogo como forma de intervenção. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/fef/rt/printerFriendly/4520/4695 Acesso em: 02 out. 2016

DISLEXIA: CARACTERÍSTICAS E DIAGNÓSTICO


Por Gislaine Ferreira
A dislexia caracteriza-se como um transtorno específico de origem neurobiológica e hereditária, e podem ocorrer juntamente com outros distúrbios, caracterizados como dificuldades na fluência da palavra, no reconhecimento e decodificação dos vocábulos; troca de sílabas e até na hora de soletrá-las, dificuldade de memória, por exemplo, não consegue ter uma memoria sequencial ou não consegue lembrar de uma letra de música. A criança não consegue reconhecer orientação de esquerda- direita, na orientação temporal não se localiza no tempo, na imagem corporal apresenta desenhos desorientados referentes à figura humana e de si.
Segundo Shaywitz (2006 apud LIMEIRA p. 56) afirma que um dos sinais indicativos para diagnosticar se há dislexia é o atraso na fala. É necessário conhecer suas características para não ser confundida com outras dificuldades de aprendizagem. Visto que por falta de conhecimento, a dislexia pode ser vista como resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socioeconômica ou baixa inteligência.
A criança na fase de alfabetização geralmente gosta de escrever seu próprio nome, então é importante observar nesse momento se a criança tem se escondido ou reclamado com frequência de alguma dificuldade para escrever.
Segundo Morais (1997, p. 94 apud LIMEIRA p. 55), a dislexia “[...] é um termo que se refere às crianças que apresentam sérias dificuldades de leitura e, consequentemente de escrita, apesar de seu nível de inteligência ser normal ou estar acima da média”.
Muitas vezes o sujeito disléxico, por não ter conhecimento do que se trata a dislexia, não pode argumentar quando questionado das suas dificuldades de aprendizagem. Acaba sendo rotulado em alguns momentos, passando por constrangimentos e problemas de relacionamentos com outras pessoas.
É necessário considerar todos os indicadores já citados no inicio do texto e também contar um uma equipe multidisciplinar, além de um psicopedagogo, mas também por neurologista, psicólogo e fonoaudiólogo.
REFERÊNCIAS
LIMEIRA, N. B. Problemas e dificuldades de aprendizagem. Maringá: NEAD - Núcleo de Educação a Distância, 2014.

FALTA HORAS NO SEU DIA?


Por Gislaine Ferreira
Você já pronunciou ou já ouviu alguém dizer alguma dessas expressões durante o dia:

- Falta horas no meu dia;
- Não tenho tempo pra nada; - - Tenho muitas coisas pra fazer e não consigo realizar nem a metade durante meu dia;
- É casa pra cuidar, marido, esposa, filhos, trabalho, estudos, e muitas outras coisas?
Se a resposta foi SIM, porque será que isso acontece? Porque algumas pessoas conseguem realizar várias atividades durante o seu dia e sentem-se realizadas, enquanto outras pessoas não conseguem realizar quase nada e sentem-se frustradas ao final do dia?
Todos nós temos 24 horas durante nosso dia. Talvez a diferença de quem consegue realizar o que precisa ser feito e o que não consegue, está na PRIORIDADE.
Quais tem sido suas prioridades durante o seu dia? No que você tem investido seu tempo? Você consegue perceber se você tem assumido tarefas demais? Não sabe falar não? Tem tido muitas distrações (celular, internet, telefone, tv)? O que você faz com aqueles minutinhos que você acredita estar sobrando durante o seu dia? Quanto tempo você passa dormindo? Já experimentou acordar um dia 5 minutinhos mais cedo?





Uma dica é você antes de dormir listar em um papel 5 coisas que você acredita ser importante e que precisa ser realizado no dia seguinte. E procurar realizá-las, assim treinamos o nosso cérebro a entender o que é prioridade pra nós. São pequenos passos que tomamos no nosso dia a dia que conseguiremos aprender a trabalhar a questão do tempo.
Não significa colocar horário pra tudo, mas ter uma noção do que é importante ser realizado naquele seu dia. É importante classificar as coisas a serem feitas por ordem de prioridade. E mais do que ter uma agenda organizada, precisamos olhar pra dentro de nós e encontrar o equilíbrio, e parar de ficar correndo atrás do tempo para as tarefas diárias, mas que não significam nossa realização.

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SÍNDROME DO PÂNICO



Por Gislaine Ferreira





A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade que gera sensações e sentimentos internos, ocorrendo medo inesperado sobre você mesmo, e está ligada a ansiedade generalizada. É um medo que você sente de que algo aconteça com você, mesmo sem nenhum sinal aparente de perigo.
As crises de pânico começam a dificultar a vida da pessoa, pois a mesma começa a sentir medo de passar mal, começa a ficar preocupada em passar por novos ataques, levando-a muitas vezes evitar situações por conta do medo. Dependendo da pessoa, as crises de pânico geralmente tem duração de 10 a 20 minutos, porém alguns sintomas podem durar mais de uma hora. Segundo pesquisas, as mulheres são mais afetadas e atualmente no mundo há 260 milhões de pessoas diagnosticadas com síndrome do pânico.





As crises podem acontecer durante qualquer momento do dia e em qualquer lugar. Segundo a Ciência, os fatores que podem desencadear esse transtorno são: Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima; situações de estresse extremo; histórico de abuso sexual durante a infância; ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.
Os sintomas manifestados nas crises de pânico geralmente são: Sudorese, tremores, calafrios, náusea, dores abdominais, tontura, medo de perder o controle, medo da morte ou de uma tragédia iminente, sensação de estar fora da realidade, dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto, palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia, dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento, hiperventilação, dores no peito e desconforto, dor de cabeça, sensação de estar com a garganta fechando, dificuldade para engolir.
Durante a crise de pânico, por mais difícil que seja no momento, a pessoa precisa tentar manter a calma e procurar perceber que seu pensamento está distorcido naquela situação. E ao ver alguém com crise, é preciso tentar acalmar essa pessoa, pedir para que consiga respirar fundo e procurar auxilio de um profissional da saúde.





É muito importante que a pessoa ao observar qualquer sintoma típico da crise de pânico procure ajuda médica, pois quanto antes iniciar o tratamento será melhor. A psicoterapia e o uso de medicamentos são as duas principais formas de tratamento para esse transtorno. Geralmente a psicoterapia é a primeira opção como forma de tratamento da síndrome do pânico, porém, dependendo da gravidade, o médico poderá optar fazer a combinação dos dois tipos de tratamento.
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O PODER DAS PALAVRAS

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