quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

VIOLÊNCIA E AGRESSIVIDADE ENTRE ALUNOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL



Por Gislaine Ferreira
A violência e agressividade entre os alunos na escola de tempo integral da educação infantil é um problema que se agrava a cada dia. Diante disso, pode-se questionar sobre qual seria uma forma eficiente da escola diminuir os índices de violência no ambiente escolar?
Levanta-se como hipótese o diálogo com os pais. Eles precisam ser envolvidos no processo de acompanhamento de aprendizagem do aluno, nas dificuldades e assumirem suas responsabilidades enquanto responsáveis pelo seu filho.
Implantar atividades esportivas e culturais, que possam ser feitas em parcerias que articulem o trabalho extracurricular com a aprendizagem de conteúdos e valorizem a história e a cultura local. Buscar formação de professores. Deve-se evitar ao máximo usar frases negativas ao se referir à criança com mau comportamento e evitar rotular as crianças.
É fundamental haver um profissional Psicólogo na escola, assim poderia atender os alunos, buscando entender o que acontece com cada um e poderia trabalhar as questões de agressividades.
Segundo Brown (1994 apud Candreva et al, 2009), os jogos cooperativos possuem diversas características libertadoras, e, dentre elas, destacamos a libertação da agressão, que pode ser alcançada dando-se ênfase à participação e à autoestima de cada pessoa; criando-se jogos em que cada participante estabeleça seu próprio ritmo; adaptando-se jogos conhecidos, diminuindo a importância do resultado final e eliminando o contato físico do tipo destrutivo.
É necessário um trabalho em conjunto, escola, família, alunos e alguns profissionais de outras áreas. Quando se entende melhor as manifestações agressivas da criança é possível compreender como esta reage a diferentes experiências, tanto de ordem positiva quanto negativa.
REFERÊNCIA
A agressividade na educação infantil: o jogo como forma de intervenção. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/fef/rt/printerFriendly/4520/4695 Acesso em: 02 out. 2016

DISLEXIA: CARACTERÍSTICAS E DIAGNÓSTICO


Por Gislaine Ferreira
A dislexia caracteriza-se como um transtorno específico de origem neurobiológica e hereditária, e podem ocorrer juntamente com outros distúrbios, caracterizados como dificuldades na fluência da palavra, no reconhecimento e decodificação dos vocábulos; troca de sílabas e até na hora de soletrá-las, dificuldade de memória, por exemplo, não consegue ter uma memoria sequencial ou não consegue lembrar de uma letra de música. A criança não consegue reconhecer orientação de esquerda- direita, na orientação temporal não se localiza no tempo, na imagem corporal apresenta desenhos desorientados referentes à figura humana e de si.
Segundo Shaywitz (2006 apud LIMEIRA p. 56) afirma que um dos sinais indicativos para diagnosticar se há dislexia é o atraso na fala. É necessário conhecer suas características para não ser confundida com outras dificuldades de aprendizagem. Visto que por falta de conhecimento, a dislexia pode ser vista como resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socioeconômica ou baixa inteligência.
A criança na fase de alfabetização geralmente gosta de escrever seu próprio nome, então é importante observar nesse momento se a criança tem se escondido ou reclamado com frequência de alguma dificuldade para escrever.
Segundo Morais (1997, p. 94 apud LIMEIRA p. 55), a dislexia “[...] é um termo que se refere às crianças que apresentam sérias dificuldades de leitura e, consequentemente de escrita, apesar de seu nível de inteligência ser normal ou estar acima da média”.
Muitas vezes o sujeito disléxico, por não ter conhecimento do que se trata a dislexia, não pode argumentar quando questionado das suas dificuldades de aprendizagem. Acaba sendo rotulado em alguns momentos, passando por constrangimentos e problemas de relacionamentos com outras pessoas.
É necessário considerar todos os indicadores já citados no inicio do texto e também contar um uma equipe multidisciplinar, além de um psicopedagogo, mas também por neurologista, psicólogo e fonoaudiólogo.
REFERÊNCIAS
LIMEIRA, N. B. Problemas e dificuldades de aprendizagem. Maringá: NEAD - Núcleo de Educação a Distância, 2014.

FALTA HORAS NO SEU DIA?


Por Gislaine Ferreira
Você já pronunciou ou já ouviu alguém dizer alguma dessas expressões durante o dia:

- Falta horas no meu dia;
- Não tenho tempo pra nada; - - Tenho muitas coisas pra fazer e não consigo realizar nem a metade durante meu dia;
- É casa pra cuidar, marido, esposa, filhos, trabalho, estudos, e muitas outras coisas?
Se a resposta foi SIM, porque será que isso acontece? Porque algumas pessoas conseguem realizar várias atividades durante o seu dia e sentem-se realizadas, enquanto outras pessoas não conseguem realizar quase nada e sentem-se frustradas ao final do dia?
Todos nós temos 24 horas durante nosso dia. Talvez a diferença de quem consegue realizar o que precisa ser feito e o que não consegue, está na PRIORIDADE.
Quais tem sido suas prioridades durante o seu dia? No que você tem investido seu tempo? Você consegue perceber se você tem assumido tarefas demais? Não sabe falar não? Tem tido muitas distrações (celular, internet, telefone, tv)? O que você faz com aqueles minutinhos que você acredita estar sobrando durante o seu dia? Quanto tempo você passa dormindo? Já experimentou acordar um dia 5 minutinhos mais cedo?





Uma dica é você antes de dormir listar em um papel 5 coisas que você acredita ser importante e que precisa ser realizado no dia seguinte. E procurar realizá-las, assim treinamos o nosso cérebro a entender o que é prioridade pra nós. São pequenos passos que tomamos no nosso dia a dia que conseguiremos aprender a trabalhar a questão do tempo.
Não significa colocar horário pra tudo, mas ter uma noção do que é importante ser realizado naquele seu dia. É importante classificar as coisas a serem feitas por ordem de prioridade. E mais do que ter uma agenda organizada, precisamos olhar pra dentro de nós e encontrar o equilíbrio, e parar de ficar correndo atrás do tempo para as tarefas diárias, mas que não significam nossa realização.

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SÍNDROME DO PÂNICO



Por Gislaine Ferreira





A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade que gera sensações e sentimentos internos, ocorrendo medo inesperado sobre você mesmo, e está ligada a ansiedade generalizada. É um medo que você sente de que algo aconteça com você, mesmo sem nenhum sinal aparente de perigo.
As crises de pânico começam a dificultar a vida da pessoa, pois a mesma começa a sentir medo de passar mal, começa a ficar preocupada em passar por novos ataques, levando-a muitas vezes evitar situações por conta do medo. Dependendo da pessoa, as crises de pânico geralmente tem duração de 10 a 20 minutos, porém alguns sintomas podem durar mais de uma hora. Segundo pesquisas, as mulheres são mais afetadas e atualmente no mundo há 260 milhões de pessoas diagnosticadas com síndrome do pânico.





As crises podem acontecer durante qualquer momento do dia e em qualquer lugar. Segundo a Ciência, os fatores que podem desencadear esse transtorno são: Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima; situações de estresse extremo; histórico de abuso sexual durante a infância; ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.
Os sintomas manifestados nas crises de pânico geralmente são: Sudorese, tremores, calafrios, náusea, dores abdominais, tontura, medo de perder o controle, medo da morte ou de uma tragédia iminente, sensação de estar fora da realidade, dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto, palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia, dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento, hiperventilação, dores no peito e desconforto, dor de cabeça, sensação de estar com a garganta fechando, dificuldade para engolir.
Durante a crise de pânico, por mais difícil que seja no momento, a pessoa precisa tentar manter a calma e procurar perceber que seu pensamento está distorcido naquela situação. E ao ver alguém com crise, é preciso tentar acalmar essa pessoa, pedir para que consiga respirar fundo e procurar auxilio de um profissional da saúde.





É muito importante que a pessoa ao observar qualquer sintoma típico da crise de pânico procure ajuda médica, pois quanto antes iniciar o tratamento será melhor. A psicoterapia e o uso de medicamentos são as duas principais formas de tratamento para esse transtorno. Geralmente a psicoterapia é a primeira opção como forma de tratamento da síndrome do pânico, porém, dependendo da gravidade, o médico poderá optar fazer a combinação dos dois tipos de tratamento.
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QUEM NÃO SABE PRA ONDE IR, QUALQUER CAMINHO SERVE


Por Gislaine Ferreira

“Por favor, poderia me dizer que caminho devo tomar aqui? – Perguntou Alice. 
– Depende muito do lugar aonde você quer chegar – disse o Gato.
 – Pode ser qualquer um – respondeu Alice.
– Então não importa que caminho vai tomar – observou o Gato.
 – Desde que eu chegue a algum lugar – acrescentou Alice à guisa de explicação -Ah, se andar bastante – disse o Gato – com certeza vai chegar.’

(Lewis Carrol - Alice no País das Maravilhas)       

Quando não sabemos pra onde ir deixamos a vida no levar e corremos o sério risco de seguir caminhos que os outros escolheram percorrer e deixamos de realizar os nossos sonhos.

E você, sabe pra onde está indo? Sabe onde esse caminho que você escolheu vai ter levar? Às vezes por comodidade, há pessoas que preferem seguir caminhos que já foram traçados pelos outros porque é mais fácil, porque é mais confortável e não se importam de chegar até onde o outro já chegou. E tá tudo bem!

Mas também há aquelas pessoas que querem trilhar o seu próprio caminho. Desejam alcançar o que ninguém ainda alcançou, não tem medo do novo, não tem medo do arriscar novas rotas. 

Um corredor ao iniciar uma maratona, tem claro quanto tempo vai correr e tem o conhecimento do itinerário a ser percorrido. Por isso, nós também precisamos saber para onde vamos e precisamos ter bem claro como chegar até lá.

Se você nunca pensou sobre isso, que hoje, você possa dedicar alguns minutos do seu dia para refletir sobre onde esse caminho que você tem percorrido irá te levar.

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O PODER DAS PALAVRAS

Por Gislaine Ferreira Você presta atenção aos seus pensamentos e nas palavras que pronúncia  durante o seu dia? O seu vocabul...